10 anos, Espírito Santo

Esse post vai comemorar algo que aconteceu em julho de 2008. Mais precisamente nos dias 4 e 5.




Faltou muita coisa a ser falada no registro de comemoração do grupo, visto acima, como a primeira e única gravação onde houve venda de ingressos, financiando-a com o público assim como no primeiro CD (um novo início, como foi dito no começo da recordação sobre a sensação de transição que estava surgindo); feita em duas noites; feita numa casa de shows, um lugar mais pequeno, intimista. "Saudades" (contei aqui no blog há dez anos que foi a música onde o Espírito Santo me veio, naquela segunda noite, onde escolhi ficar lá atrás, diferentemente da grade do primeiro dia) foi pro DVD como canção extra (tomei pra mim essa confirmação dela ser especial, he, até porque na edição foi aprovada a ministração da segunda noite, lembro bem) mas foi a primeira a ser gravada nos dois dias (o DVD é um compilado das duas noites), e inclusive a música não foi falada porque não assistem nem falam mais dos DVDs, só exaltam YouTube. O que é prejudicial, pois os computadores ainda reproduzem DVDs (inclusive nos extras é falado sobre a presença da Renata, mãe da Ana que não pôde estar na gravação anterior com passagem já comprada, pois havia ficado enferma, e também da gravidez do primeiro filho do André). Sem falar da péssima qualidade que subiram em massa os vídeos dos projetos anteriores, fruto do despertar tardio das estratégias profissionais de social media. Eu como designer não troco HDs, áudios, legendas, (e encartes) presentes nas mídias físicas. Adendo: DT, lancem alguma tiragem do Deserto de Revelação!


Dez anos


2008 foi um ano muito tumultuado pra mim, com perdas e decisões, e ter participado pessoalmente pela primeira vez de uma gravação do DT foi um divisor. Saímos em um ônibus de Belo Horizonte com a Caravana Lagoinha, enfrentando 40 horas pra ir e 40 pra voltar, pra estarmos presentes naquela festa, conhecer a capital, conhecer Olinda, Ipojuca e poder interceder pelo Brasil profeticamente lá e nas cidades que paramos no caminho. Havia "começado" a estrada de intercessor na gravação 10, à distância. Pude estar presente fisicamente daí na 11, 12 (que providencialmente fora em BH; seria em Manaus, não tinha dinheiro mas a única coisa que minha fé sabia era que eu iria participar do ajuntamento), 13 (não se esqueça de falar, Ana Paula, da parceria com o REDOME para coleta do registro de doadores de medula óssea), 14 (participamos apenas da gravação na praia), e assim como no meu início, a minha última, número 15, intercedendo também à distância. Foram cinco marcante anos que levarei sempre, como uma cicatriz (no processo você é o primeiro a ser moído e moldado, provado no que canta). Um aprendizado concentrado a cada ano (que começava bem antes, pois participávamos de todos os períodos da convocação de consagração) pra eu repassar o legado, pois a jornada ainda não acabou. Como termina é que se conta.


Testemunha

Em março estive pela segunda vez num show da Katy Perry, e foi bem confirmador depois da minha festa de aniversário ter sido com o tema Prism. "Prisma" é o álbum anterior, que vi no Rock in Rio 30 Anos, em 2015. Witness ("Testemunha") é o álbum dessa turnê atual, e está recheado de composições de posicionamento, inspiração, força, e, que revelam o nosso Primeiro Amor, a razão de tudo, como Power. Em Prism tínhamos By the grace of God, e no antecessor, segundo disco, Teenage Dream, Who am I living for: "Estou pronta para a estrada menos percorrida | Adequando-me para a batalha do meu coração | Este teste é a cruz que devo carregar | Mas eu chegarei lá | Nunca é fácil ser escolhida | Nunca é fácil ser chamada | De pé na linha de frente | Quando as bombas começarem a cair | Eu consigo ver os céus | Mas ainda ouço as chamas | Chamando meu nome | Eu posso ver o escrito na parede | Não posso ignorar essa guerra | No final de tudo | Por quem estou vivendo? | Eu consigo sentir essa luz que está dentro de mim | Transformando-se rapidamente em um raio | Eu sei que uma faísca chocará o mundo | Então, oro por um favor como Ester | Preciso de sua força para lidar com a pressão | Eu sei que haverá sacrifício | Mas esse é o preço".

Kartheryn foi apresentada ao mundo, no também 2008, através de músicas que apresentavam valores diferentes daqueles que foram ensinados por seus pais, os pastores Keith e Mary Hudson. No entanto, a artista vem mudando alguns conceitos e se abrindo mais para Deus: "Minha mãe orou por mim a vida toda, esperando que eu voltasse para Deus", disse à Vogue Austrália.

"Agora que estou com 30 anos, tudo é mais voltado à espiritualidade e bondade do coração", acrescentou Katy, hoje com 33. Keith e Mary, que lideram um ministério neopentecostal na Califórnia, não concordam com as decisões da filha, mas nunca deixaram de amá-la. No ano passado, a mãe de Katy Perry revelou que quando estava grávida, um evangelista orou por ela e declarou: "Esta criança fará algo grande para Deus". Quando tinha nove anos, um ministro profetizou que ela ficaria diante de reis e presidentes.

Katy escrevia canções de adoração quando era mais jovem e tocava na igreja. "Quando ela cantava para o público cristão, a unção de adoração era incrível", lembra Mary. "As pessoas simplesmente choravam".

Os Hudsons criaram seus filhos para servir a Deus. Katy, junto com a irmã mais velha e o irmão mais novo frequentavam escolas cristãs. Katy também tentou se tornar uma cantora gospel, mas o álbum cristão que ela lançou em 2001 não vendeu. Então ela se mudou para Hollywood aos 17 anos e assinou um acordo com uma gravadora secular. Depois de despontar sua carreira em 2008, ela se tornou uma das artistas musicais mais vendidas de todos os tempos. Hoje, 2018, é a cantora mais bem paga em todo o globo.

Embora o nome "Jesus" esteja tatuado em seu pulso, Katy para algumas línguas se desviou de sua educação cristã. Mas ela assegura que a essência está ali, e que o relacionamento com Cristo é real, pessoal e íntimo, todos os dias. Como seus pais lidam com essa situação? "Não é fácil. O diabo definitivamente tenta roubar minha alegria. Às vezes eu tenho que lutar contra a depressão", disse Mary. No entanto, Mary acredita que se você quer que seus filhos vivam para Deus, "você precisa ficar feliz e permanecer debaixo da proteção de Deus". "É como quando um avião decola em uma tempestade. O trovão e o raio podem estar em fúria, mas quando você atinge 9 mil quilômetros de altura, pode ver que o sol sempre está brilhando".







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